quinta-feira, 30 de junho de 2011

FotoRio 2011

Eu tenho vergonha do tanto que deixei de lado esse espacinho tão querido e importante pra mim. É, é do blog mesmo que eu tô falando. Mas como a gente não costuma ser apenas uma coisa só (só fotógrafa, só mãe, só amiga, só esposa, etc), tem momentos na vida em que um pedacinho da gente ocupa mais tempo e espaço que os outros.

O motivo que me trouxe de volta aqui é dos melhores. Queria dividir com vocês minhas impressões sobre o FotoRio 2011. Esse ano resolvi fazer uma mini-maratona do FotoRio, pra tentar ver o máximo de exposições no menor espaço de tempo. Consegui ver quase tudo que tá rolando no Centro do Rio. Só não deu tempo de conferir as mostras do Centro Cultural dos Correios (por enquanto).

O que vi nas mais de 10 exposições entre o CCBB, a Caixa Cultural, a Casa França-Brasil e a Justiça Federal foi de uma variedade impressionante. Os temas iam da fotografia de registro que busca a beleza do cotidiano (Coloridos em pé, Lilás Sentados) à extrema provocação estética e de conceito. Havia também trabalhos onde a fotografia era mero instrumento, e não resultado (como no caso dos auto-retratos do CCBB),  mas o importante é que essa variedade toda de apanhados fotográficos me fez pensar a fotografia de um jeito que há muito não fazia, e ser provocado pelas imagens é sempre bom.


Auto-retrato da artista Helen Bar













Quem estiver sem tempo de conferir tudo, a escolha certeira é o Centro Cultural da Justiça Federal, que reúne a maior quantidade de expôs e graças a isso, também uma grande variedade de temas e estilos.

Uma oportunidade única de ter contato com fotos impressas em formatos diversos, coisa rara nesses tempos de observação virtual das imagens.
#ficaadica

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